Dizem que a poesia serve para contemplar. Eu uso-a para provocar.

A Metapoesia é esse laboratório de experiências: onde a escrita ganha voz, o som ganha corpo e a publicidade deixa de ser ruído para passar a ser história.

Não procuro o óbvio. Procuro o que fica a ecoar quando tudo o resto se cala.

Curar a cegueira poética
Devolver a visão a quem se esquecer de ler as entrelinhas.
Viver a magia do momento
Transformar qualquer ideia numa obra-prima.
Aprimorar a arte do fingimento
O melhor faz-de-conta, onde a estratégia se veste de arte para convencer.
Roubar o brilho ao Sol
Ir ao Sol e voltar com ideias que irradiam energia e clareza.